A vida que tentamos sempre entender, aquela que devíamos, simplesmente, viver.
(C.S., 26-10-2007)
para o mar. para ti.
-Sinto. Logo, existo.-
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quarta-feira, novembro 28, 2007
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Marcadores: Janelas Eternamente Abertas
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terça-feira, novembro 20, 2007
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sexta-feira, novembro 16, 2007
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Marcadores: Janelas Eternamente Abertas, Pensamentos

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segunda-feira, novembro 12, 2007
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quinta-feira, novembro 08, 2007
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Marcadores: Janelas Eternamente Abertas

Por isso é que eu choro
P
Até não haver mais forças para te amar.
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domingo, novembro 04, 2007
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Marcadores: Janelas Eternamente Abertas
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sexta-feira, novembro 02, 2007
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quarta-feira, outubro 31, 2007
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domingo, outubro 28, 2007
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Marcadores: Pensamentos
É que um dia, tentei ser poeta. Mas os versos calaram o meu poema e ninguém mais soube dele. Então comecei a escrever prosa. Só que à prosa ninguém dá valor! Só às palavras cruzadas de um poeta... Mas talvez um dia, o teu olhar atento encontre por fim esse meu poema perdido no tempo.
...e acabe por fim esta dor,
de um poema onde falta a última palavra:
o teu amor.
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domingo, outubro 21, 2007
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quinta-feira, outubro 18, 2007
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sexta-feira, outubro 12, 2007
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Marcadores: Pensamentos
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domingo, outubro 07, 2007
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Era uma janela aberta... para o Mar. Sempre soube, ao olhar para a sua imensidão, naqueles instantes, que quanto menos pessoas que se identificassem comigo eu conhecesse... mais única Eu era. Mais especial e tão menos importante.
Depois apenas me restava a recordação. Uma memória. Um suspiro e uma inspiração. Ou a ausência de tudo isso,que se fazia sentir como o arranhar da chuva na pele, num dia de temporal.
Sempre achei que o Mar não podia ser azul. Nem nunca caí na história de ser um reflexo do céu. Nem sequer esse era azul - porque razão o seria? Tantas vezes ele estava cinzento,branco,incolor... e a maré continua a ir e vir, alta e baixa, mas sempre naquele tom azul esverdeado, como que mágico. Era de facto uma magia que o coloria. O céu, será que existe sequer?
O início de algo sem lógica, sem sentido, porque quanto menos sentido as coisas tiverem, mais sentido elas ganham...
~the girl with no name~
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segunda-feira, outubro 01, 2007
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Marcadores: Janelas Eternamente Abertas
(C.S.)
~the girl with no name~
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segunda-feira, setembro 24, 2007
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Marcadores: Janelas Eternamente Abertas
É por isso que Adoro tanto esta vida.
Porque um dia alguém me disse 'ser feliz é ser como tu'. E eu, acreditei.
Novamente, nada disto faz sentido. E depois? Há coisas que não têem sentido. E pronto.
~the girl with no name~
Também, e melhor, aqui .
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sábado, setembro 15, 2007
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Marcadores: Pensamentos
[eu nem tenho vergonha da foto, apesar de eu ter ficado patética, apenas demonstra um dos NOSSOS MOMENTOS... :)]Fonte: o journal deste perfil http://www.hi5.com/friend/101078435--MARGARIDA--Profile-html
Ps - é mórbido estar a escrever um post destes, cheinho de carinho e amor, no dia 11 DE SETEMBRO... LoL
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terça-feira, setembro 11, 2007
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Marcadores: Special People
Porque, um dia, alguém me disse: 'Ser feliz é ser como tu. tu simplesmente limitas-te a ser o q és. és uma querida, e vives a vida assim. metes a tua forma, a tua marca nas coisas q fazes, mas mais importante q isso, consegues por a tua marca nos que te rodeiam. consegues cativar e motivar qq um... como? n t sei explicar, é algo unico q tens... dps é o teu sorriso... é simplesmente contagiante. os teus lábios realçam a doçura q só tu sabes imprimir. já pra n falar nos teus ataques d riso e a forma como ris que simplesment apaixonam depois o teu olhar, a forma como pensas e ves as coisas, e a sinceridade com q o fazes e mm tendo algum lado 'negro', q todos os temos, procuras n o mostrar e possivelment nem sequer t lembrar dele para seres melhor... e mais, a humildade. a capacidade d reconheceres q és capaz d fazer algo melhor e a tua tristeza simples e sincera qd te magoam... ser feliz é ser como tu. seja a chorar, seja a brincar e a rir... ser feliz é ser assim. simples, e com tanto pra nos dar...'
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segunda-feira, agosto 27, 2007
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Marcadores: Pensamentos, Such A Beautiful Thing...
Foi a flor que deixaste cair
A lágrima que me deixaste chorar.
Foi o adeus que me fizeste ouvir
E a promessa que me fizeste quebrar.
Foi a nossa casa que outrora ergueste
Na Primavera da lembrança.
Foi o nosso abrigo que destruiste
Dexando apenas o Inverno como esperança!...
Então eras tu que te desprendias
Com a vontade de querer
Era eu que me esvaía
Em lágrimas por te perder
Éramos nós, apenas nós, presos nos nós da paixão
E partiste.
Partiste.
Partiste.
Então eu te digo
Como tua eterna amante
Nada deitámos por terra
Neste mundo de nós tão distante.
Nada no meio dos beijos apaixonados
E dos abraços calorosos
Nada do sabor do que restou
Esse sabor eterno.
Uma flor vermelha no branco do Inverno.
Ps
- já agora, passo a 'publicidade' ao blog O Conto. É um blog em que vários participantes vão dando continuidade a uma história. Mas para mais pormenores, se quiserem, acessem lá através do link que eu pus n'O Conto'. A minha parte da história vai ser a próxima a ser postada :) PARTICIPEM !!
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quarta-feira, agosto 15, 2007
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Marcadores: Pensamentos, Por mim...
E eu que vou sonhando, vaga, tristemente e tu que estás aí, longe, distantemente, é o infinito que se aproxima, a cada segundo mais perto, é o doce adeus que vem, que acorda e te mantem desperto,é a calma que chega,que me embala,que te enleva,cai nas graças de um amor que o meu coração leva,é o suspiro que dás, cheio de saudade,fugaz magia,é ele que chega a mim e se transforma em perene melancolia,é de que venhas o desejo,a promessa o beijo,é então que ele se solta, triste doce e lentamente. vem até mim não te deixes soltar,o vento lá fora está forte,pronto a consigo tudo levar,a vida a alma e a morte,como uma flor de inverno que se deixa desprender,e uma leve brisa no ar que sentimos correr,é a luz na escuridão,que procuramos seguir,é o fim da solidão e o inicio do sorrir. (a nossa vida está para aluguer,e nada mais posso fazer,nada restou da menina que era,agora tornei-me numa mulher.) flores flores, ao som do vento num delicado dormir, no fundo somos duas pétalas de uma flor que nenhum sopro de brisa jamais irá unir.
(C.S.)
.Lady.
Ps - meus amigos, leitores ou whatever, vou ficar ausente por uns dias, BOAS FÉRIAS a todos :)
------------------------//------------------------
Uma frase que me deixaram nos comentários e que eu adorei, está simplesmente genial, tem de vir para aqui =D :
'If being sane is thinking there's something wrong with being different...I'd rather be completely fucking mental'.
Great ;)
See you.
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domingo, julho 29, 2007
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Marcadores: Pensamentos, Por mim...
Já não tolero o tolerável nem suporto o suportável,vou fechar-me no casulo do que queria que tudo fosse mas que não é,do que queria que estivesse definido mas não está,no que queria que fosse um pouco menos forte,um pouco menos traição,um pouco mais verdadeiro,um pouco mais compreensível. Ja não percebo o percebível nem oiço o audível,não sinto o sentível porque talvez seja demasiado sentível pra mim. não admito,nãoo quero admitir. não quero saber, não o quero viver. falsas manobras é o que em tudo consiste,esse tudo que nos gabamos que temos ou que queremos ter e procuramos. falsas palavras é o que enche o vazio este espaço enormemente pequeno,e as pessoas, essas oh,mudam e voam com o tempo. é uma constante vadiagem,um andar não se sabe onde,uma bagagem esquecida ou infelizmente trazida. são palavras que fingem ser sentidas,um coração que finge chorar quando ja tudo é gelo,quando tudo há muito esfriou. Ondas ondas, vêem, vão, arrebatam, molham enchem esvaziam destroem limpam. ondas,são ondas,são elas,nada mais que isso. e nós somos duas meras gotas desse oceano que nenhuma Onda jamais irá juntar.
(C.S.)
Ao som de: 'A esfera' - Pedro Khima
Obs: Este texto combina bem com uma música q eu gosto muito, e é uma espécie de 'tema' deste blog: 'wave' (gal costa). Bonito :)
.Lady.
Ps - a partir de agora vou actualizar mais vezes o meu outro blog. Ultimamente ando com muita falta de inspiração e 'paciência' para escrever alguma coisa de jeito e tudo o que eu escrevi anteriormente irrita-me um bocado (é pena, porque tenho quilos e quilos de coisas escritas e não gosto de quase nada). Não sei porquê, vá-se lá entender. Pra quem quiser, www.ahotclick.blogspot.com (e leiam o primeiro texto que está na barra lateral do blog, é logo o primeiro,e é do interesse de muita gente =P ).
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domingo, julho 22, 2007
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Marcadores: Pensamentos, Por mim...
Foram tantas as noites que nos amámos,que nadámos um no outro. Que no dia seguinte acordavamos ofuscados pela luz leve e límpida que nos despertava da escuridão da ilusão em que vivíamos: e afinal não eramos já nada um ao outro. Caminhávamos em direcções tão diferentes que nos encontrámos fugaz e inevitavelmente. Foram tantos os segundos,os minutos,os instantes,momentos que partilhámos,que já nada tínhamos em comum nem a partilhar. Foi tanto o amor, o ódio,a paixão,o desejo. Que já nada tínhamos a amar nem odiar nem desejar juntos. Fomos o refúgio tão seguro de todos os nossos receios que nos tornámos no medo um do outro. Fomos tão amigos que nos tornámos inimigos. Fomos tão fiéis e tão leais. E no fim fomos tão cobardes. Quanto mais nos tínhamos menos pertencíamos um ao outro,e já nada de nós fazia parte,e tudo de nós fugia.
E foi tudo tão intenso,e foi tudo tão tudo que no fim apenas sobraram esses pedaços perdidos no tempo e espalhados na intensidade do nada que no fim nos rodeava. No fundo não passamos de meros pedaços de desejo que a paixão jamais irá juntar.
(C.S.)
-----/-----
Um 'cadinho de publicidade,sim? On Fire... :)
-----/-----
LC@
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quinta-feira, julho 12, 2007
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Marcadores: Pensamentos, Por mim...
Important News:
1 - tive 13 no Exame de MACS... 13 ... que fraquito... o pior é q só tive esta nota pq n tive tempo para fazer um grupo inteiro (só fiz algumas alíneas), e esse grupo valia 9 valores... ou seja... tudo o que eu fiz está certo, e a partir daí deduzo que eu sabia bem a matéria, logo, se eu tivesse feito tudo tinha tido muito melhor nota. Não é caso pra dizer que me sinto burra, mas sim que me sinto lenta de raciocínio..LoL.. bem mas pelo menos fiquei com a disciplina feita...foram 2 períodos a atacar em força, estava deserta pra me ver livre daquilo. O que interessa é que PASSEIII.. Depois logo decido se vou à 2ª fase pra ver se saco um notão ;)
2 - mudei totalmente o meu outro blog. Agora é http://www.ahotclick.blogspot.com/ ou On Fire .
Hasta!*
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sexta-feira, julho 06, 2007
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Marcadores: Mim, Por mim...
É, não é ?! . . . Fogo,eu, com 17 anos, encontrei uma colecção de cassetes minhas quando era pequena, enquanto por acaso remexia numas coisas em casa da minha avó . . . xD . . . pois é. Os meus pais resolveram fazer uma colecção minha, filmaram um total de 20 cassetes (VHS). Deviam ter medo de não estarem lá quando eu desse o primeiro passo ou dissesse a primeira palavra,pelo que eram praticamente 24h com uma câmara de vídeo em cima. Até quando estava a dormir. E a comer. E a darem-me banho. Fartei-me de me rir com os penteados que eles me faziam,os brinquinhos e colarzinhos que eles me metiam. E as fitas q eu fazia pra comer. Enfim. Finalmente,descobri porque é que eu adoro tanto ser filmada e que me tire fotografias,mesmo que fique mal,acho engraçadissimo xD . . . (sim,eu sei q não bato bem da mioleira!). Mas foi mesmo, derreti-me completamente aao ver estas cassetes. As mais queridas eram aquelas em que eu tinha entre 1 e 3 anos,antes disso era demasiado pequena e depois disso era demasiado crescida e não tinha gran piada. Adoro ouvir os meus 'oh!'s na cassete,e adorei especialmente esta parte,na nossa casa da altura, em que ainda estava a aprender a andar,e ainda só tinha 4 dentes (pelo que vejo a certa altura do video xD). A imagem está mesmo muito má, porque para além da natural má imagem da própria cassete (pois ficaram durante muito tempo fechadas,ganharam muito pó e a fita está muito danificada), eu ainda captei a imagem através da minha máquina, cuja imagem é igualmente má! Não dá pra perceber muito bem . . . é pena,porque é mesmo uma recordação para a Vida :')
Amo-vos Família,apesar de estar sempre a queixar-me,no fundo sei que sou a filha, neta e sobrinha preferida porque sou a mais nova e sempre fui 'a bebé' (depois queixam-se que sou mimada) =P Just kidding.
Olha que coisa mais Lindaa ! :)
Também em www.justforyouall.blogspot.com
---------------------------------------------------/----------------------------------------------------
E agora,passo ao agradecimento e distribuição de um prémio que me foi atribuído.
Obrigada Joana :)
MEU BLOG FALA DE AMOR!

Fala de Amor e é feito com muito Amor... :)
Agora,a parte mais 'difícil',dedicá-lo... vou dedicá-lo a alguns blogs que eu costumo visitar e que não só falam de amor como são da autoria de pessoas por quem eu tenho amor (válido também pra amizade,pois é um tipo de amor!) :)
São eles a 'nha 'Rasputia', a 'nha 'Bu', o nMAC, a Mia, e a 'Lolo'.
Peço desculpa se menosprezo alguém,mas visito muitos blogs e não queria estar a pôr aqui uma grande lista ! De qualquer maneira é só uma dedicatória... :)
Bijou,hasta.
LC@
Ao som de: 'Se ela dança, eu danço!' (ou seja qual for o nome desta música fantástica que me deixa super bem-disposta) de 'Mc Leozinho' (eu sei que isto teoricamente é de péssima qualidade musical,mas põe-me feliz este som) =P 'Se ela dança,eu danço, se ela dança, eu danço! balancei no balanço desse doce encanto que me faz cantaaar!' xD
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quarta-feira, junho 27, 2007
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domingo, junho 24, 2007
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Marcadores: Pensamentos
Antes de mais...por acaso dá pra reparar nesta foto a mancha ligeiramente escura que eu tenho no olho? É que eu nunca tinha reparado,mas um amigo meu reparou e disse 'espera...põe lá o olhar como estava dantes..sim isso...tens aí uma mancha! Credo, pareces a MADDIEE!!' Bem,quando ele me disse aquilo,ía-me dando um ataque de coração. Quando ele falou em Maddie,quando eu ouvi as palavras 'pareces a Maddie' (sim, aquela criança desaparecida) eu fiquei branca,n sei pq. Depois reparei que realmente tenho a tal mancha... lol (17 anos depois é que chego a essa conclusão).
Passando ao essencial. Hoje,no meio dos meus pensamentos estúpidos,isto é,quando eu me meto a olhar para qualquer coisa muito fixamente e me perco em pensamentos sobre não-sei-o-quê (eu chamo a isto 'gravar', no sentido de 'gravar o ambiente',ou seja,no sentido de 'tar a gravar as cenas que nem uma cassete mas não estar a ligar nenhuma',enfim vocês percebem), comecei a pensar porque raio gosto eu tanto de escrever. E resolvi pôr a histórinha aqui :) É engraçado,porque é completamente insignificante.
Tudo começou quando uma amiga minha me confessou que o rapaz de quem ambas gostávamos a tinha pedido em namoro. Nesse momento senti cada pedacinho do meu frágil coração a despedaçar-se e senti,essencialmente,uma vontade enorme de o dizer a alguém. Mas não tinha ninguém: ninguém queria ouvir o que eu tinha pra dizer e desabafar. Resolvi escrevê-lo,a Cristiana (amiga de coração,dAquelas!) ofereceu-me um diário. A partir daí nunca mais parei. Escrevi 20 diários,e escrevia umas coisas à parte,uns poemas e uns textos. Guardei tudo em caixas de sapatos e, hoje, às vezes olho para aquilo e não gosto de muitas das coisas que escrevi, eu era mesmo uma pita que apenas desabafava com o papel e mais nada. Até a minha letra era lastimável. Porém,foi daí que nasceu este gosto. Sim,eu sei,uma coisa tão insignificante: eu era só uma miúda com 11 ou 12 anos,como tantas outras miúdas,que gostavam de tantos miúdos como o que eu gostava na altura. Era apenas mais uma das muitas em Lisboa,em Portugal, no Mundo. E,no entanto,se não fosse essa então tão aparentemente grave insignificância...
É como alguém diz (não sei quem mas já ouvi por aí): 'o essencial é invisível aos olhos'. Afinal são estas pequenas insignificâncias que nos constroem como pessoas. :)
Hoje revi a Cristiana e hoje foi um dia que me fez pensar de certa forma em algumas coisas (quem quiser saber mais: http://justforyouall.blogspot.com/2007/06/o-dia-to-temido.html).
Pois é...foi um dia... interessante.
Bijou!
LC@
Ah e... FINALMENTE 'TOOOOUUUU DEEEE FÉÉÉÉRIIIIIAAASSS' =D
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sexta-feira, junho 22, 2007
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I’m a pretty girl in the morning,I can be a bitch in the afternoon. I may become so mean without any warning,and I’m always changing my mood. I’ll probably be a mother at night, I’m likely to be so chick at tea time. But I’m still holding on this fight Maybe waiting someday you'll come and be mine. I can rule, cause you know what? I’m a queen. And then you’ll think I’m a fool... Without any mean. Do u know what that means?
Sometimes I cry too... but 'its time to be a big girl now...and big girls dont cry' :)
LC@
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quarta-feira, junho 20, 2007
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Marcadores: Mim, Pensamentos, Por mim...
Uma mala aberta para o futuro é tudo o que tenho,uma mala cheia de passado é o que trago. uma bagagem esquecida foi o que ficou no aeroporto da lembrança, agora está uma bagagem à minha espera no porto da esperança. vadio então pelo presente, que não tem lugar nesta viajem (des)encantada. não há bagagem para ele,talvez haja uma,mas não reclamada. amarrei-me ao coração e fiz tudo de novo. afinal ainda há aquela janela aberta para o nosso destino.....
De bilhete na mão, de coração a fervilhar, parto em direcção a essa janela que me levará até ao sonho que me trará de novo a realidade. Se fria e dura, se mansa ou cruel...? Não sei. Apenas o viverei quando ao meu destino chegar; quando por aquele porto sem sentido, mas carregado de sentimentos, me der de caras com o vazio da tua permanência ou com o preenchido sorriso da tua ausência... tenho o meu bilhete na mão. Onde estás? Vens também? Não sei; não te vejo...
Talvez vá,talvez não. não sei se hei-de ir: na verdade nem sei se o quero. não sei se hei-de embarcar nessa viajem que tanto consigo traz escondido. não sei se quero deixar aqui algo que tanto esperou por mim,alguém por quem tanto esperei. alguém que permaneceu sempre no meio do caos, alguém que foi sempre o Rei de um sítio por onde já passaram tantos pobres, tanto Amor, Desejo, Paixão. também tenho um bilhete na mão: o bilhete dos 'talvez' e dos 'não sei se'. a janela está aberta: atirar-me-ei? tu vais de avião,encontramo-nos nas nuvens...
Estou de partida. Talvez seja minha sina ser um eterno apaixonado p'las paixões. Talvez seja meu encanto trazer na mão os amores desencontrados... Talvez. Mas lá em cima, enquanto as nuvens me esconderem do resto do mundo, abrirei minha bagagem que julgas perdida só a ti. Desvendar-te-ei meus segredos e minhas paixões. Serás cúmplice de ti mesma, sendo cúmplice dos amores meus...
estás de partida. também eu. levarei então esta minha bagagem. tu levarás a tua. encontrar-nos-emos lá,então,no sítio sem nome,no tempo intemporal. lá serei minha própria cúmplice por ser um alguém perdido nesta viajem louca sem regras,apenas as que nós próprios ditamos,com quem partilharás a tua mercadoria,a que trazes... mas... porque vamos nós tão pesados? libertemo-nos. aqui começaremos uma nova jornada. aqui faremos novas malas. aqui ganharemos novas bagagens,tão vaziamente cheias de paixões medos emoções...
C.S.&nMAC - novamente um texto partilhado (acho que se percebem as partes escritas por cada um).
Há que ler nas entrelinhas..........
'Escrever faz-te tão bem'.......
LC@
Nota - Às vezes (muitas vezes) preciso de mudanças. Mudar. Quando não preciso delas, de facto, lido muito mal com elas... mas quando preciso,não suporto ver as coisas da mesma forma que sempre (um sempre que dura desde que as mudámos da última vez) foram. Estou numa fase da minha Vida,de mudança. Tudo muda,e muda muito e muito rápido, inclusivé Eu. Já não sinto que seja a mesma pessoa que outrora fui, sinto-me tão diferente. Sinto que de certa forma evolui. Como pessoa, como Amiga, como Aluna, como Filha, Neta... evolui. Chateia-me que sinta isto muitas vezes,pois às tantas deixa de ter piada esta evolução,mas desta vez é deveras diferente. Tenho crescido a uma velocidade descomunal. Às vezes olho pra trás e pergunto-me como alguma vez conseguir ser a pessoa que fui. Mas enfim. Sinto-me definitivamente outra pessoa e isso traduz-se em tudo o que faço. Até no que escrevo. Detesto os Poemas todos que escrevi até agora,ou a maioria deles,porque sinto que foram escritos por uma pessoa que não eu. Comecei a escrever uns textos que às vezes nem eu própria percebo,e por isso digo que há que ler nas entrelinhas. Não digo que tenha talento,que esteja vocacionada para tal,nem pouco mais ou menos (pois comecei mal,era péssima e ainda hoje tenho o belo do 13 a Português...),foi algo que fui aprendendo com o tempo, com muito esforço e muitos diários,muita leitura e muita escrita,e ainda assim sempre foi uma grande paixão. Escrever faz-me,como o nMAC diz, mesmo muito bem, e por vezes é a melhor forma que eu tenho pra me expressar,ainda que ninguém a entenda. Ou pense que entende mas não entende.
Anuncio a chegada de um novo blog :) Por ter o prazer e a honra de partilhar textos com o (para mim) grande escritor e sobretudo grande Amigo nMAC, resolvemos criar um espaço só nosso. Textos que ele escreve,textos que eu escrevo,mas principalmente textos que escrevemos os dois. É mesmo um prazer partilhá-lo contigo... :) O blog é Alcova de Perdição, quem quiser antes o link: http://www.alcovadeperdiacao.blogspot.com/, está na barra lateral deste blog e também podem chegar lá através do meu perfil e do dele.
Foi também ele que me ajudou (fez quase tudo,na verdade...eu só dei uns retoques,porque em HTML sou muito leiga) a arranjar este novo design (os templates do Blogger já enjoam e são todos muito decadentes para mim, por já se tornarem enjoativos e repetitivos). Que seria de mim sem ti? Amigo para a Vida ... :)
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sábado, junho 16, 2007
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sexta-feira, junho 15, 2007
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Ensaio Sobre a Cegueira, de José Saramago, é um livro que nos faz ver e, muito mais do que isso, nos faz temer a própria humanidade frente a uma situação de caos. A partir de uma súbita e inexplicável epidemia de cegueira, Saramago nos guia para a desorganização e a superação dos valores mais básicos da sociedade, transformando os seus personagens em animais egoístas na sua luta pela sobrevivência. O livro já começa duro e assustador. No segundo parágrafo deparamo-nos com o grito de uma personagem: 'Estou cego'. E a maneira como Saramago escreve, com poucos pontos, muitas vírgulas e discurso corrente, faz com que os acontecimentos passem pela mente do leitor com uma velocidade incrível: vão-se cegando vários personagens sem que possamos dar uma pausa para respirar. E quando finalmente resolvemos parar, percebemos que o autor não deu nome à cidade, não datou os acontecimentos e manteve os seus personagens anónimos, conhecidos apenas como 'a mulher do médico', 'o homem da venda preta', 'a rapariga dos óculos escuros' ou 'o cão das lágrimas'. Deixando este relato tão aberto à imaginação do leitor, é impossível não temermos uma verdadeira epidemia, imaginarmos como agiriam as autoridades numa situação como essa, como o medo faria vir à tona os instintos mais escondidos dos homens. No entanto, entre tantos cegos presos em um manicómio por ordem governamental, existe uma mulher que ainda consegue ver. É a esposa do médico, que faz lembrar outra personagem de Saramago: Blimunda, de Memorial do Convento. Blimunda tinha a capacidade de ver o interior das pessoas, mas nem por isso sentia-se afortunada, pois algumas vezes tinha que ver aquilo que não queria. Da mesma maneira, a mulher do médico é a única que pode ver as belas e horrorosas imagens descritas pelo autor, seja o lindo banho de chuva das mulheres na varanda ou os cachorros que devoram o cadáver de um homem na rua. Ela não sabe se é abençoada ou amaldiçoada por poder enxergar em uma terra de cegos. Da mesma forma, o velho da venda preta (apesar de antes da cegueira enxergar apenas com um dos olhos) relata o que acontece do lado de fora do manicómio, através das notícias do rádio e do que via quando ainda estava do lado de fora. É ele que abre os olhos do leitor para a realidade do mundo, o caos que se pode instalar a qualquer momento, as atitudes impensadas de quem está no poder tentando isolar o problema ao invés de estudá-lo. Regras são quebradas, pois ninguém mais vê quem está agindo errado; os mais fortes abusam do poder; e o instinto de sobrevivência vai tomando conta dos homens. Ao final de Ensaio sobre a Cegueira, o leitor está encantado com a literatura de Saramago e assustado com a dúvida que o autor nos coloca indiretamente: É assim que os homens verdadeiramente são? É preciso cegarem-se todos para que vejamos a essência de cada um? 'Se podes olhar,vê. Se podes ver,repara'.
Um dos melhores livros que já li,recomendo vivamente a toda a gente... é um livro muito fácil de ler,o estilo de escrita dele é viciante,e tem defenitivamente uma mão cheia de lições a retirar... é mesmo daqueles livros que uma pessoa fica a pensar no assunto,mesmo alguns dias depois de o ter acabado ;)
LC@
P.S. - só agora reparei que já cheguei e ultrapassei ligeiramente as 5000 visitas (desde que pus o contador no blog,que sinceramente já não me lembro quando foi)! Queria só agradecer a todos os visitantes assíduos,os que eu sei que o são e os que não sei... é para vocês que escrevo neste blog e graças a vocês que o tenho continuado (quantas vezes já me apeteceu acabar com ele...). =D Parabéns Blog ;)
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quinta-feira, junho 14, 2007
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Marcadores: Inesquecivel, Mim
Sento-me aqui, na ponta desta nuvem. Olho o céu em meu redor, vejo o horizonte e o que lá em baixo se divide por montes e rios. Estou onde só eu posso estar, entre o mar dos meus olhos e o fogo da minha alma. Espero por ti... Não sei bem onde estás, não entendo quem és. Daqui, deste lado do meu sonho, vejo-te distante e ao meu lado, pressinto-te nas estrelas que caem do céu...
No sol que brilha todos os dias, no vento que faz esvoaçar o meu cabelo solto. não,não sei porque estás aqui, nem como porquê ou onde. apenas sei que estás, como sempre estiveste e sempre estarás: tão distantemente perto,tão ausentemente presente,tão incrivelmente marcado em mim. afinal eu sempre serei tu, sou sempre tu,nos momentos em que voamos naquela magia,nos instantes que somos tão teatralmente um do outro, nos momentos em que fingimos pertencer-nos.
Volto a olhar o horizonte. Abro os braços aqui no alto, e sinto o vento passear-me pelo corpo. Esta paz que me trazes, este abraço que me devolves... E pergunto-me porquê. Porque és afinal tão incansávelmente aquilo que tantas vezes desminto seres? Porque és tão invariavelmente presente no meu pensamento...? Sinto-te. Sinto a tua mão entrelaçar-se na minha, sinto esse sopro que fazes no meu pescoço e me arrepia. Sinto o vento que te traz a mim, e que te me tira com o parar da brisa...
E a brisa pára mesmo. pára com o sopro,com o meu aproximar. pára como a respiração que se corta, tão cortante, tão cortante... como mil facas. e é então que desejo e necessito. é então que algo precisa ser concretizado. é então que é preciso que se crie um laço, um laço tão forte... que não esteja jamais à espera de ser "quebrado". e talvez não haja mesmo nada. talvez não reste mesmo nada que esteja à espera de ser chorado.
Afinal, de que resta chorar? Que interesse há em esperar? Somos apenas dois, tu e eu, perdidos no sono de um respirar. Poetas que não se encontram nas frases escritas, mas que anseiam p'lo agir e p'lo viver um do outro. Pelas pegadas que deixamos no chão; pelas mãos que estendemos um ao outro. Somos e seremos este sonho que agora escrevo. Agora, que vou caindo da ponta daquela nuvem, donde olhava o céu ao meu redor. Agora, que acordo deste sono que me prendeu a ti... e que deixou esta corda tecida entre nós, este laço que jamais nos separará. Este nó, que une o meu coração à tua alma... 
C.S. & nMac
Uma tentativa de obra prima entre mim e uma pessoa muito Especial =]* As minhas partes estão escritas a cor-de-laranja,as partes dele a branco.
Transcrevi as minhas partes para aqui como eu as escrevi originalmente: sem pontuação quase nenhuma e sem letras grandes no início das frases. Estou farta de ver tudo escrito direitinho,preciso de ver algo diferente, ainda que esteja politicamente errado,quero lá saber... direitos de autora :)
LC@
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segunda-feira, junho 11, 2007
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segunda-feira, junho 04, 2007
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sexta-feira, junho 01, 2007
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(Carlos Eduardo da Maia e Maria Eduarda - o primeiro beijo)
Tudo começa no primeiro capítulo, quando se descreve a casa – “O Ramalhete”- Lisboa, mas que nada tem de fresco ou de campestre. O nome vem-lhe de um painel de azulejos com um ramo de girassóis, colocado onde deveria estar a pedra de armas.
Afonso da Maia casou-se com Maria Eduarda Runa e do seu casamento resultou apenas um filho - Pedro da Maia. Pedro da Maia, que teve um educação tipicamente romântica, era muito ligado à mãe e após a sua morte ficou inconsolável, tendo só recuperado quando conheceu uma mulher chamada Maria Monforte, com quem casou, apesar de Afonso não concordar. Deste casamento resultaram dois filhos: Carlos Eduardo e Maria Eduarda. Algum tempo depois, Maria Monforte apaixona-se por Tancredo (um italiano que Pedro fere acidentalemente e acolhe em sua casa) e foge com ele para Itália, levando consigo a filha, Maria Eduarda. Quando sabe disto, Pedro, destroçado, vai com Carlos para casa de Afonso, onde comete suicídio. Carlos fica na casa do avô, onde é educado à inglesa (tal como Afonso gostaria que Pedro tivesse sido criado).
Passam-se alguns anos e Carlos torna-se médico - abre um consultório. Mais tarde conhece uma mulher no Hotel Central num jantar organizado por Ega (seu amigo de infância) em homenagem a Cohen. Essa mulher vem mais tarde saber chamar-se Maria Eduarda. Os dois apaixonam-se. Carlos crê que a sua irmã morreu. Maria Eduarda crê que apenas teve uma irmãzinha que morreu em Londres. Os dois namoram em segredo. Carlos acaba depois por descobrir que Maria lhe mentiu sobre o seu passado (que não é casada) – podiam ter-se zangado definitivamente. Porém, acabam por fazer as pazes e manter a relação incestuosa (*) involuntária. Guimarães vai falar com João de Ega, e dá-lhe uma caixa que diz ser para Carlos ou para a sua irmã Maria Eduarda. Aí Ega descobre tudo, conta a Vilaça (procurador da família Maia) e este acaba por contar a Carlos o incesto (*) involuntário que anda a cometer. Carlos, mesmo sabendo que a mulher que ama é sua irmã, não deixa de a desejar, uma vez que não basta que lhe digam que ela é sua irmã para que ele como tal a considere. Afonso, seu avô, morre de desgosto. Com isto, Maria parte para Paris e Carlos realiza uma viagem pelo Mundo com o seu amigo Ega.
(Pedro da Maia e Maria Monforte, pais de Carlos Eduardo e Maria Eduarda, na lua-de-mel)
(*) - Incesto - relações sexuais entre pessoas da mesma família
Um 'calhamaço' de 716 páginas, e um sacrifício enorme para começar a lê-lo..... só de olhar para ele... dava-me logo a preguiça... as loooongas descrições do Eça de Queiroz, pequenos detalhes que pareciam não ter importância... mas lá me vi 'obrigada' a lê-lo... a 1ª página, a 2ª, a 3ª... o 1º capítulo e até ao capítulo 4 ou 5... a partir daí ficou mesmo mesmo mesmo entusiasmante... foram horas e horas a ler, aulas e aulas (sim, nas aulas q eram mais seca..LOL)... tempos livres e tempos livres... mas aquelas descrições... descrições do espaço e do tempo, das pessoas (tentar imaginar como as coisas eram no séc. XIX, as críticas sociais que o autor faz, as personagens, as intrigas, os presságios, o Romantismo! A autêntica novela que este Romance é... (aliás, a Globo fez uma novela - vídeos). Simplesmente L.I.N.D.O. 716 páginas Apaixonantes e prontas para serem lidas de novo... e de novo... e de novo =D
Há tanto, tanto para dizer sobre este Romance... mas apenas deixo aqui a minha viva recomendação... não se vão arrepender ! ;)
Os Maias - Eça de Queiroz
Simplesmente um dos melhores livros de SEMPRE.
LC@
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domingo, maio 20, 2007
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Adeus
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quinta-feira, maio 17, 2007
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segunda-feira, maio 14, 2007
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domingo, abril 29, 2007
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On the back door of a tavern at sunlight I'm a whore. I am a saint. I'm a sinner. I am the mother and the daughter. The light and shadow. The joy and the pain. I'm the life and the death. The law and the delinquency. The housewife and the prostitute. The child and the old grew lady full of wisdom. I bring the best and I bring the worst out. I'm a fighter and I'm a quitter. Well, that's just me.