o que foi, o que é
o que podia ter sido,
é a minha realidade.
estou (completamente)
perdida
num mar de incertezas,
das minhas incertezas.
insignificantes,
esmagam-me,
todos os dias, a todas as horas,
vagas,
porque não quero preenchê-las.
não fico, não vou,
não sei, não vivo.
tudo vai dar ao mesmo,
no final das coisas.
26 de abr. de 2011
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terça-feira, abril 26, 2011
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20 de fev. de 2011
Random.
Esmagador
Ensurdecedor
Este silêncio absoluto
E o absurdo
Desta banal e repetida
Existência
Corrói, como ácido,
Todo e qualquer equilíbro.
Caminho em direcção ao
Caos.
E a desordem total
Apodera-se de mim.
Gosto de sentir a liberdade
Em estado puro. Mas
É demasiada e dói. Queima.
Quero um pouco menos.
Um pouco menos de tudo.
Um pouco menos de nada.
Um pouco menos disto.
Estou condenada à trivialidade
Da minha própria mente
Como um corredor da morte
Que acaba num completo acaso
Na completa falta de sentido.
Neste quarto existem
Buracos negros
Vazios que doem.
Silêncios que gritam.
Lacunas por preencher.
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domingo, fevereiro 20, 2011
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7 de jul. de 2010
Sempre fui pouco confrontadora. Achava que era um defeito, que me deixava pisar, rebaixar, deixar os outros levar a melhor. Com o tempo, aprendi que ser pouco confrontadora permitia-me uma maior paz interior. Ao que não dou importância, não confronto, ao que me é indiferente, não confronto. As atitudes alheias que nunca confrontei, deixaram de me incomodar. Deixei de ter a necessidade de confrontar os outros por achar que era o que devia fazer, mas não conseguir e viver numa insatisfação interior permanente. Deixei de ter necessidade de me confrontar comigo mesma por não conseguir confrontar os outros. O que me incomodava, deixou de incomodar, e encontrei uma paz maior. Afinal, as más atitudes ficam em quem as tem, não em quem as recebe ou para quem elas são dirigidas.
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quarta-feira, julho 07, 2010
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5 de jul. de 2010
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segunda-feira, julho 05, 2010
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20 de jun. de 2010
'
Há sempre aquele momento em que queres, desesperadamente, alguém. Alguém que não queres conhecer, alguém que não queres que te conheça, alguém a quem só digas “Olá” no dia-a-dia, alguém que nem saiba que tu existas. Essa pessoa é sempre inatingível. Vais sonhar, vais fantasiar, vais sempre achar que sim, ou que não, ou que talvez. Um dia, cais em ti. Percebes que não há nada a fazer. Que não podes mexer numa ferida que está prestes a abrir. Porque é complicado, em demasiados aspectos.
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domingo, junho 20, 2010
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30 de abr. de 2010
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sexta-feira, abril 30, 2010
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24 de abr. de 2010
' Hoje sopro 20 velinhas - a minha reflexão em relação ao assunto.
A partir de agora, sei que tenho de medir muito melhor as minhas acções. Sei que as responsabilidades aumentaram. Sei que já não vou ouvir tanto “deixa lá, quando tinha a tua idade também fazia isso, é normal”. Já não tenho o pretexto da “idade da parvoíce” para fazer parvoíces. Se fosse mãe agora, já nem seria mãe adolescente. Agora, já não tenho mais desculpa para muitas coisas. Já não tenho desculpa para, por exemplo, ainda não saber o que quero fazer na vida. E a verdade é que não sei. Estou a tirar um curso só porque sim, só porque gosto, sem quaisquer perspectivas do que quero fazer realmente no futuro.
Todos os anos (desde os 14, acho eu), festejei o meu aniversário, porque sempre amei fazer anos. O meu signo ascendente em Leão e o meu lado egocêntrico adorava ser o centro das atenções nem que fosse durante um dia por ano. Este ano, estou muito mais low-profile. Não estou nem um pouquinho feliz por fazer 20 anos, porque não os queria fazer. Nem sequer fiz contagem decrescente para o meu dia de anos, como fiz todos os anos passados (que criancice, eu sei, eu sei!). Por isso ao início nem sequer queria festejar, mas depois pensei melhor e resolvi fazer uma festa pequena, íntima, informal, apenas com os amigos mais próximos, e aproveitar para fazer a festa de inauguração aqui de casa (que estava à espera para fazê-la desde o ano passado..lol). Para mim, a festa é mais de inauguração do que de anos. Não quero mesmo festejar o facto de fazer 20 anos porque, para mim, não é felicidade nenhuma.
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sábado, abril 24, 2010
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4 de jun. de 2009
' Uma Janela Aberta - prefácio.
Este livro é sobre amor. É sobre mim. É sobre o meu ego. É sobre identidade. É sobre dor. É sobre angústia. É sobre revolta. É sobre alegria. É sobre romantismo. É sobre sorrisos. É sobre lágrimas. É sobre dilema. É sobre inocência. É sobre inconsciência. Sobre (in)existência. Sobre ser. E sobre não ser.
É sobre efemeridade. É sobre o tempo. É sobre quando começa, e quando acaba, o tempo. Sobre o espaço. É sobre onde começa, e onde acaba, o espaço. É sobre o aqui, e o agora.
É sobre estar à chuva. É sobre tentar encontrar um lugar ao sol. É sobre estar na sombra. É sobre escuridão. É sobre querer brilhar. É sobre perfeição. É sobre Deus. Sobre o Meu Deus. É sobre anonimato. É sobre reconhecimento. É sobre ser igual: é sobre frustração. É sobre ser diferente: é sobre mentira. É sobre ser único, porque é único. É sobre a multiplicidade. É sobre fingimento.
Sobre a realidade. Sobre o sonho. Sobre a ilusão. É sobre superficialidade. É sobre profundidade. Sobre espiritualidade. É sobre o karma. Sobre a lei da atracção. Sobre o espírito. Sobre a alma. Sobre a minha alma. Sobre a nossa alma. Sobre o universo. Sobre libertação e sobre liberdade. É sobre o absurdo. Sobre o tudo e sobre o nada.
Este livro é sobre árvores. É sobre o céu. É sobre as nuvens. É sobre a lua. É sobre sol. É sobre praia. É sobre flores. É sobre jardins. É sobre refúgios. É sobre mar. É sobre vento. É sobre rosas. É sobre muros. É sobre paredes.
Este livro é sobre olhos. Sobre bocas. Sobre sons. Sobre sabores. Sobre texturas. É sobre o corpo. Sobre as sensações. É sobre sexo. É sobre música. É sobre o silêncio. Sobre arte. É sobre prosa. É sobre poesia.
Este livro é sobre crianças. É sobre bebés. Sobre homens. Sobre mulheres. Sobre rapazes. Sobre raparigas. Sobre meninos. Sobre meninas. Sobre idosos, sobre idosas. É sobre todo o ser humano em toda a sua forma e tempo de vida. É sobre a família. Sobre mães, pais, tios, tias, irmãos, irmãs. É sobre os amigos e as amigas. Sobre os namorados e as namoradas. É sobre ti, sobre nós. Para ti e para nós. É sobre personalidade. É sobre gente real, para gente real. É sobre a vida real.
É sobre conceitos: sobre o conteito de bom, e sobre o conceito de mau. Sobre o conceito de certo, e sobre o conceito de errado. É sobre o lógico: é sobre o entender, o analisar, o perceber, o racionalizar e o explicar. É sobre o irracional: é sobre a mente.
Este livro é sobre simplicidade, porque é simples: é sobre a vida, e sobre a morte. É sobre nós. E para nós.
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quinta-feira, junho 04, 2009
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8 de mai. de 2009
' Poema.
Refunde-me para as sombras do jardim
Que é o teu corpo.
E absorta fujo, escondo-me,
Porque te tenho, porque me tens,
Porque sou eternamente tua.
Mas algures no meio do fulgor
Do teu abraço
Surge um navio prestes a naufragar.
No jardim do teu corpo,
Navega em mar verde,
O navio prestes a naufragar.
Algures no meio de todo este fogo
Que arde num delírio delirante
Surge a minha âncora,
De ferro forte, feio, esquecido
De onde encontra meu porto seguro.
Oh, se o abandono soubesse
Onde encontrar essa estrada
Que me leva...
Se essa voz soubesse
Onde cantar minha tristeza...
Então saberia onde se encontra o princípio do fim
Encontra-se em ti e em mim,
E no barco que te naufraga,
Nas sombras que nos refundem,
No vento frio que se faz sentir
Nesse teu jardim, ao fim da tarde,
Na poeira de um entardecer já antigo...
Sim, o eco do fundo dos teus olhos
Refunde-me para as sombras do jardim
Que é o teu corpo.
E, sós, amamo-nos, como se jamais
Amanhã houvesse.
CS, 08-09-08
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sexta-feira, maio 08, 2009
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28 de abr. de 2009
' Vaidade.
Sonho que sou a poetisa eleita,
Aquela que diz tudo e tudo sabe,
Que tem a inspiração pura e perfeita,
Que reúne num verso a imensidade!
Sonho que um verso meu tem claridade
Para encher todo o mundo! E que deleita
Mesmo aqueles que morrem de saudade!
Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!
Sonho que sou Alguém cá neste mundo...
Aquela de saber vasto e profundo,
Aos pés de quem a Terra anda curvada!
E quando mais no céu eu vou sonhando,
E quando mais no alto ando voando,
Acordo do meu sonho... E não sou nada!...
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terça-feira, abril 28, 2009
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8 de abr. de 2009
' Certain Thins are just Lost Forever.
(Estrofe 1)
I once wanted to meet
The man that would sweep me off my feet
Living in a great lovely home
With and endless garden full of roses
Under my dress.
('Bridge' 1)
But that was just a way to begin a story
That would never end
All I would actually do was
Keep running away from every little thing
I most wanted!
(Refrão 1)
He's gone somewhere, far away...
Certain things are just
Lost forever!
And didn't he just turn around
Neither did he
Dry my tears...
(Estrofe 2)
I once wanted the sunset
Never to end
But world is way to large
To wait for me to find myself
And in the middle of
Dusty streets... tired faces... dirty mirrors...
I would only keep findind
Someone else.
('Bridge' 2)
And that was just a way to begin
A story that would never end
All I would actually do was
Keep running away from every little thing
I most desired!
(Refrão 2)
He's gone somewhere, far away..
Certain things are just
Lost forever!
And didn't he just turn around
Neither did he
Come and dry my tears...
Is anyone listening to my prayers?
Anyone out there?
Sometimes things aren't the same anymore
I know, sometimes
Voice keeps in a quite quite silence
Screams don't even seem to fill empty space...
(repetir Refrão Dois, 2 vezes, e Fim).
04-03-2009
Agora deu-me pra inventar letras de músicas... a melodia, o ritmo e a cadência da música estão na minha cabeça e eu passo a vida a cantá-la, mas só tive um ano ou 2 de formação musical e isso não foi suficiente, não sei escrever música... pra dar uma ajudinha.. os versos que começam com letra maiúscula é o início de uma nova 'frase' (se é que dá para entender)... e há dois refrões, duas estrofes e duas 'pontes' (aquela parte que faz a ligação entre a estrofe e o refrão) diferentes porque, lá está, o ritmo a que são ditas as frases muda e há algumas palavras novas que são introduzidas.. e o 'clímax' é aquela parte da música em que se grita, não sei o termo técnico...). Enjoy It @
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quarta-feira, abril 08, 2009
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24 de nov. de 2008
' Tu.
Eu, que não sou nada e não creio existir.
Serei eternamente aquela que escreverá em segredo
Filosofias nunca antes escritas
Ou escritas tão silenciosamente quanto as minhas
E pensadas por mil almas que
Pensam saber a imensidade da razão de ser dos seres, e do ser
Se é que razão e seres coexistem de facto.
Aparte de tudo o que me preenche este vazio
Eu não sou mais que o vazio que preenche o tudo das coisas.
Estou em cada partícula do espaço,
Em cada partícula do ar que respiro,
Em cada verso, em cada pensamento que se dissipa no tempo
Esse
Que o Homem criou na esperança de orientar
Um estado de alma desorientado e inorientável
À deriva num mar sem rumo
Debaixo de uma Lua que queima
E um Sol que ilumina. Ilusões?
Certamente.
Também eu vivo numa.
Nessa que faz vaguear por aí todas essas almas desencontradas
Na esperança de se encontrarem ou serem encontradas!
Na ilusão de Te encontrar a Ti
Tu, que estás aí,
Tu que não existes.
Porque neste próximo instante
Apenas serei Eu.
O Nada que creio existir num tempo errante.
CS
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segunda-feira, novembro 24, 2008
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29 de jun. de 2008
- Poema.
Encontro picos excêntricos, excentricamente
Loucos.
Nesta realidade que me prende, que me puxa,
Que me veste, que me insiste,
Revisto-me de liberdade, de abundancia
De luz.
Na amplitude da consciencia,
Na totalidade do ser que compreende,
Dobro esquinas de brilho,
Percorro estradas de extravagância,
Mergulho em mares de vento solto
Até doer.
Nesta alma matematicamente morta,
Estupidamente viva,
Até doer choro, até doer encontro o choro
Que me faz, apenas, ser.
CS, 08.06.2008
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domingo, junho 29, 2008
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6 de jul. de 2007
-Finally...
Now that I finally found happiness, I can leave sadness away…
Now that I finally found the greatest, I will throw the worst out.
Now that I finally reach to the heaven, I won’t go back to the Earth.
Now that I got into the sky, I could stay here forever.
But instead I’m going to go down for a while
And get you to come with me.
Cause now that I finally found your smile.
And I won’t give up the chance of us to be free.
Porque agora que finalmente encontrei o teu sorriso
Important News:
1 - tive 13 no Exame de MACS... 13 ... que fraquito... o pior é q só tive esta nota pq n tive tempo para fazer um grupo inteiro (só fiz algumas alíneas), e esse grupo valia 9 valores... ou seja... tudo o que eu fiz está certo, e a partir daí deduzo que eu sabia bem a matéria, logo, se eu tivesse feito tudo tinha tido muito melhor nota. Não é caso pra dizer que me sinto burra, mas sim que me sinto lenta de raciocínio..LoL.. bem mas pelo menos fiquei com a disciplina feita...foram 2 períodos a atacar em força, estava deserta pra me ver livre daquilo. O que interessa é que PASSEIII.. Depois logo decido se vou à 2ª fase pra ver se saco um notão ;)
2 - mudei totalmente o meu outro blog. Agora é http://www.ahotclick.blogspot.com/ ou On Fire .
Hasta!*
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sexta-feira, julho 06, 2007
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27 de jun. de 2007
-É caso pra dizer: olha q coisa + linda... :)
É, não é ?! . . . Fogo,eu, com 17 anos, encontrei uma colecção de cassetes minhas quando era pequena, enquanto por acaso remexia numas coisas em casa da minha avó . . . xD . . . pois é. Os meus pais resolveram fazer uma colecção minha, filmaram um total de 20 cassetes (VHS). Deviam ter medo de não estarem lá quando eu desse o primeiro passo ou dissesse a primeira palavra,pelo que eram praticamente 24h com uma câmara de vídeo em cima. Até quando estava a dormir. E a comer. E a darem-me banho. Fartei-me de me rir com os penteados que eles me faziam,os brinquinhos e colarzinhos que eles me metiam. E as fitas q eu fazia pra comer. Enfim. Finalmente,descobri porque é que eu adoro tanto ser filmada e que me tire fotografias,mesmo que fique mal,acho engraçadissimo xD . . . (sim,eu sei q não bato bem da mioleira!). Mas foi mesmo, derreti-me completamente aao ver estas cassetes. As mais queridas eram aquelas em que eu tinha entre 1 e 3 anos,antes disso era demasiado pequena e depois disso era demasiado crescida e não tinha gran piada. Adoro ouvir os meus 'oh!'s na cassete,e adorei especialmente esta parte,na nossa casa da altura, em que ainda estava a aprender a andar,e ainda só tinha 4 dentes (pelo que vejo a certa altura do video xD). A imagem está mesmo muito má, porque para além da natural má imagem da própria cassete (pois ficaram durante muito tempo fechadas,ganharam muito pó e a fita está muito danificada), eu ainda captei a imagem através da minha máquina, cuja imagem é igualmente má! Não dá pra perceber muito bem . . . é pena,porque é mesmo uma recordação para a Vida :')
Amo-vos Família,apesar de estar sempre a queixar-me,no fundo sei que sou a filha, neta e sobrinha preferida porque sou a mais nova e sempre fui 'a bebé' (depois queixam-se que sou mimada) =P Just kidding.
Olha que coisa mais Lindaa ! :)
Também em www.justforyouall.blogspot.com
---------------------------------------------------/----------------------------------------------------
E agora,passo ao agradecimento e distribuição de um prémio que me foi atribuído.
Obrigada Joana :)
MEU BLOG FALA DE AMOR!

Fala de Amor e é feito com muito Amor... :)
Agora,a parte mais 'difícil',dedicá-lo... vou dedicá-lo a alguns blogs que eu costumo visitar e que não só falam de amor como são da autoria de pessoas por quem eu tenho amor (válido também pra amizade,pois é um tipo de amor!) :)
São eles a 'nha 'Rasputia', a 'nha 'Bu', o nMAC, a Mia, e a 'Lolo'.
Peço desculpa se menosprezo alguém,mas visito muitos blogs e não queria estar a pôr aqui uma grande lista ! De qualquer maneira é só uma dedicatória... :)
Bijou,hasta.
LC@
Ao som de: 'Se ela dança, eu danço!' (ou seja qual for o nome desta música fantástica que me deixa super bem-disposta) de 'Mc Leozinho' (eu sei que isto teoricamente é de péssima qualidade musical,mas põe-me feliz este som) =P 'Se ela dança,eu danço, se ela dança, eu danço! balancei no balanço desse doce encanto que me faz cantaaar!' xD
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' Claudjinha
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quarta-feira, junho 27, 2007
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22 de jun. de 2007
-Como nasceu uma das minhas paixões
Antes de mais...por acaso dá pra reparar nesta foto a mancha ligeiramente escura que eu tenho no olho? É que eu nunca tinha reparado,mas um amigo meu reparou e disse 'espera...põe lá o olhar como estava dantes..sim isso...tens aí uma mancha! Credo, pareces a MADDIEE!!' Bem,quando ele me disse aquilo,ía-me dando um ataque de coração. Quando ele falou em Maddie,quando eu ouvi as palavras 'pareces a Maddie' (sim, aquela criança desaparecida) eu fiquei branca,n sei pq. Depois reparei que realmente tenho a tal mancha... lol (17 anos depois é que chego a essa conclusão).
Passando ao essencial. Hoje,no meio dos meus pensamentos estúpidos,isto é,quando eu me meto a olhar para qualquer coisa muito fixamente e me perco em pensamentos sobre não-sei-o-quê (eu chamo a isto 'gravar', no sentido de 'gravar o ambiente',ou seja,no sentido de 'tar a gravar as cenas que nem uma cassete mas não estar a ligar nenhuma',enfim vocês percebem), comecei a pensar porque raio gosto eu tanto de escrever. E resolvi pôr a histórinha aqui :) É engraçado,porque é completamente insignificante.
Tudo começou quando uma amiga minha me confessou que o rapaz de quem ambas gostávamos a tinha pedido em namoro. Nesse momento senti cada pedacinho do meu frágil coração a despedaçar-se e senti,essencialmente,uma vontade enorme de o dizer a alguém. Mas não tinha ninguém: ninguém queria ouvir o que eu tinha pra dizer e desabafar. Resolvi escrevê-lo,a Cristiana (amiga de coração,dAquelas!) ofereceu-me um diário. A partir daí nunca mais parei. Escrevi 20 diários,e escrevia umas coisas à parte,uns poemas e uns textos. Guardei tudo em caixas de sapatos e, hoje, às vezes olho para aquilo e não gosto de muitas das coisas que escrevi, eu era mesmo uma pita que apenas desabafava com o papel e mais nada. Até a minha letra era lastimável. Porém,foi daí que nasceu este gosto. Sim,eu sei,uma coisa tão insignificante: eu era só uma miúda com 11 ou 12 anos,como tantas outras miúdas,que gostavam de tantos miúdos como o que eu gostava na altura. Era apenas mais uma das muitas em Lisboa,em Portugal, no Mundo. E,no entanto,se não fosse essa então tão aparentemente grave insignificância...
É como alguém diz (não sei quem mas já ouvi por aí): 'o essencial é invisível aos olhos'. Afinal são estas pequenas insignificâncias que nos constroem como pessoas. :)
Hoje revi a Cristiana e hoje foi um dia que me fez pensar de certa forma em algumas coisas (quem quiser saber mais: http://justforyouall.blogspot.com/2007/06/o-dia-to-temido.html).
Pois é...foi um dia... interessante.
Bijou!
LC@
Ah e... FINALMENTE 'TOOOOUUUU DEEEE FÉÉÉÉRIIIIIAAASSS' =D
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sexta-feira, junho 22, 2007
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20 de jun. de 2007
-A big girl doesn't cry
I’m a pretty girl in the morning,I can be a bitch in the afternoon. I may become so mean without any warning,and I’m always changing my mood. I’ll probably be a mother at night, I’m likely to be so chick at tea time. But I’m still holding on this fight Maybe waiting someday you'll come and be mine. I can rule, cause you know what? I’m a queen. And then you’ll think I’m a fool... Without any mean. Do u know what that means?
Sometimes I cry too... but 'its time to be a big girl now...and big girls dont cry' :)
LC@
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quarta-feira, junho 20, 2007
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16 de jun. de 2007
-Uma bagagem perdida...
Uma mala aberta para o futuro é tudo o que tenho,uma mala cheia de passado é o que trago. uma bagagem esquecida foi o que ficou no aeroporto da lembrança, agora está uma bagagem à minha espera no porto da esperança. vadio então pelo presente, que não tem lugar nesta viajem (des)encantada. não há bagagem para ele,talvez haja uma,mas não reclamada. amarrei-me ao coração e fiz tudo de novo. afinal ainda há aquela janela aberta para o nosso destino.....
De bilhete na mão, de coração a fervilhar, parto em direcção a essa janela que me levará até ao sonho que me trará de novo a realidade. Se fria e dura, se mansa ou cruel...? Não sei. Apenas o viverei quando ao meu destino chegar; quando por aquele porto sem sentido, mas carregado de sentimentos, me der de caras com o vazio da tua permanência ou com o preenchido sorriso da tua ausência... tenho o meu bilhete na mão. Onde estás? Vens também? Não sei; não te vejo...
Talvez vá,talvez não. não sei se hei-de ir: na verdade nem sei se o quero. não sei se hei-de embarcar nessa viajem que tanto consigo traz escondido. não sei se quero deixar aqui algo que tanto esperou por mim,alguém por quem tanto esperei. alguém que permaneceu sempre no meio do caos, alguém que foi sempre o Rei de um sítio por onde já passaram tantos pobres, tanto Amor, Desejo, Paixão. também tenho um bilhete na mão: o bilhete dos 'talvez' e dos 'não sei se'. a janela está aberta: atirar-me-ei? tu vais de avião,encontramo-nos nas nuvens...
Estou de partida. Talvez seja minha sina ser um eterno apaixonado p'las paixões. Talvez seja meu encanto trazer na mão os amores desencontrados... Talvez. Mas lá em cima, enquanto as nuvens me esconderem do resto do mundo, abrirei minha bagagem que julgas perdida só a ti. Desvendar-te-ei meus segredos e minhas paixões. Serás cúmplice de ti mesma, sendo cúmplice dos amores meus...
estás de partida. também eu. levarei então esta minha bagagem. tu levarás a tua. encontrar-nos-emos lá,então,no sítio sem nome,no tempo intemporal. lá serei minha própria cúmplice por ser um alguém perdido nesta viajem louca sem regras,apenas as que nós próprios ditamos,com quem partilharás a tua mercadoria,a que trazes... mas... porque vamos nós tão pesados? libertemo-nos. aqui começaremos uma nova jornada. aqui faremos novas malas. aqui ganharemos novas bagagens,tão vaziamente cheias de paixões medos emoções...
C.S.&nMAC - novamente um texto partilhado (acho que se percebem as partes escritas por cada um).
Há que ler nas entrelinhas..........
'Escrever faz-te tão bem'.......
LC@
Nota - Às vezes (muitas vezes) preciso de mudanças. Mudar. Quando não preciso delas, de facto, lido muito mal com elas... mas quando preciso,não suporto ver as coisas da mesma forma que sempre (um sempre que dura desde que as mudámos da última vez) foram. Estou numa fase da minha Vida,de mudança. Tudo muda,e muda muito e muito rápido, inclusivé Eu. Já não sinto que seja a mesma pessoa que outrora fui, sinto-me tão diferente. Sinto que de certa forma evolui. Como pessoa, como Amiga, como Aluna, como Filha, Neta... evolui. Chateia-me que sinta isto muitas vezes,pois às tantas deixa de ter piada esta evolução,mas desta vez é deveras diferente. Tenho crescido a uma velocidade descomunal. Às vezes olho pra trás e pergunto-me como alguma vez conseguir ser a pessoa que fui. Mas enfim. Sinto-me definitivamente outra pessoa e isso traduz-se em tudo o que faço. Até no que escrevo. Detesto os Poemas todos que escrevi até agora,ou a maioria deles,porque sinto que foram escritos por uma pessoa que não eu. Comecei a escrever uns textos que às vezes nem eu própria percebo,e por isso digo que há que ler nas entrelinhas. Não digo que tenha talento,que esteja vocacionada para tal,nem pouco mais ou menos (pois comecei mal,era péssima e ainda hoje tenho o belo do 13 a Português...),foi algo que fui aprendendo com o tempo, com muito esforço e muitos diários,muita leitura e muita escrita,e ainda assim sempre foi uma grande paixão. Escrever faz-me,como o nMAC diz, mesmo muito bem, e por vezes é a melhor forma que eu tenho pra me expressar,ainda que ninguém a entenda. Ou pense que entende mas não entende.
Anuncio a chegada de um novo blog :) Por ter o prazer e a honra de partilhar textos com o (para mim) grande escritor e sobretudo grande Amigo nMAC, resolvemos criar um espaço só nosso. Textos que ele escreve,textos que eu escrevo,mas principalmente textos que escrevemos os dois. É mesmo um prazer partilhá-lo contigo... :) O blog é Alcova de Perdição, quem quiser antes o link: http://www.alcovadeperdiacao.blogspot.com/, está na barra lateral deste blog e também podem chegar lá através do meu perfil e do dele.
Foi também ele que me ajudou (fez quase tudo,na verdade...eu só dei uns retoques,porque em HTML sou muito leiga) a arranjar este novo design (os templates do Blogger já enjoam e são todos muito decadentes para mim, por já se tornarem enjoativos e repetitivos). Que seria de mim sem ti? Amigo para a Vida ... :)
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' Claudjinha
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sábado, junho 16, 2007
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14 de jun. de 2007
-Ensaio Sobre a Cegueira

Ensaio Sobre a Cegueira, de José Saramago, é um livro que nos faz ver e, muito mais do que isso, nos faz temer a própria humanidade frente a uma situação de caos. A partir de uma súbita e inexplicável epidemia de cegueira, Saramago nos guia para a desorganização e a superação dos valores mais básicos da sociedade, transformando os seus personagens em animais egoístas na sua luta pela sobrevivência. O livro já começa duro e assustador. No segundo parágrafo deparamo-nos com o grito de uma personagem: 'Estou cego'. E a maneira como Saramago escreve, com poucos pontos, muitas vírgulas e discurso corrente, faz com que os acontecimentos passem pela mente do leitor com uma velocidade incrível: vão-se cegando vários personagens sem que possamos dar uma pausa para respirar. E quando finalmente resolvemos parar, percebemos que o autor não deu nome à cidade, não datou os acontecimentos e manteve os seus personagens anónimos, conhecidos apenas como 'a mulher do médico', 'o homem da venda preta', 'a rapariga dos óculos escuros' ou 'o cão das lágrimas'. Deixando este relato tão aberto à imaginação do leitor, é impossível não temermos uma verdadeira epidemia, imaginarmos como agiriam as autoridades numa situação como essa, como o medo faria vir à tona os instintos mais escondidos dos homens. No entanto, entre tantos cegos presos em um manicómio por ordem governamental, existe uma mulher que ainda consegue ver. É a esposa do médico, que faz lembrar outra personagem de Saramago: Blimunda, de Memorial do Convento. Blimunda tinha a capacidade de ver o interior das pessoas, mas nem por isso sentia-se afortunada, pois algumas vezes tinha que ver aquilo que não queria. Da mesma maneira, a mulher do médico é a única que pode ver as belas e horrorosas imagens descritas pelo autor, seja o lindo banho de chuva das mulheres na varanda ou os cachorros que devoram o cadáver de um homem na rua. Ela não sabe se é abençoada ou amaldiçoada por poder enxergar em uma terra de cegos. Da mesma forma, o velho da venda preta (apesar de antes da cegueira enxergar apenas com um dos olhos) relata o que acontece do lado de fora do manicómio, através das notícias do rádio e do que via quando ainda estava do lado de fora. É ele que abre os olhos do leitor para a realidade do mundo, o caos que se pode instalar a qualquer momento, as atitudes impensadas de quem está no poder tentando isolar o problema ao invés de estudá-lo. Regras são quebradas, pois ninguém mais vê quem está agindo errado; os mais fortes abusam do poder; e o instinto de sobrevivência vai tomando conta dos homens. Ao final de Ensaio sobre a Cegueira, o leitor está encantado com a literatura de Saramago e assustado com a dúvida que o autor nos coloca indiretamente: É assim que os homens verdadeiramente são? É preciso cegarem-se todos para que vejamos a essência de cada um? 'Se podes olhar,vê. Se podes ver,repara'.
Um dos melhores livros que já li,recomendo vivamente a toda a gente... é um livro muito fácil de ler,o estilo de escrita dele é viciante,e tem defenitivamente uma mão cheia de lições a retirar... é mesmo daqueles livros que uma pessoa fica a pensar no assunto,mesmo alguns dias depois de o ter acabado ;)
LC@
P.S. - só agora reparei que já cheguei e ultrapassei ligeiramente as 5000 visitas (desde que pus o contador no blog,que sinceramente já não me lembro quando foi)! Queria só agradecer a todos os visitantes assíduos,os que eu sei que o são e os que não sei... é para vocês que escrevo neste blog e graças a vocês que o tenho continuado (quantas vezes já me apeteceu acabar com ele...). =D Parabéns Blog ;)
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' Claudjinha
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quinta-feira, junho 14, 2007
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1 de jun. de 2007
-Podia...mas não consigo.
Podia escrever, escrever sem parar
Podia transcrever algo que outrora foi escrito
Por esse alguém que anseio ser, por esse alguém para quem existo.
Podia escrever sobre as palavras me saírem
Podia escrever sobre elas não quererem sair
Podia dizer muito, sem pronunciar um só som, nem tão pouco uma melodia
Na tentativa de conseguir fazer com que alguém sentisse toda esta magia.
Podia escrever um poema simples, ou um poema complicado
Podia escrever um romance sobre alguém que talvez tivesse amado
Podia descrever a beleza, a perfeição, a alegria
Enfim…Podia… podia!
Postado por
' Claudjinha
às
sexta-feira, junho 01, 2007
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